Fui hoje, como sempre, ler as notícias na internet. Dou uma olhada geral em tudo, e dou uma atenção maior para informática e artes.
E, assim como em todos os dias nas últimas semanas, o assunto das páginas culturais não é lá tão cultural. Eu entendo que, quando um artista vem tocar no Brasil e os ingressos sobram, seja uma boa dar uma “mãozinha” divulgando um pouco mais o show (ainda tem ingressos para o Radiohead, falando [...]
Esta semana um amigo da universidade me mandou uma série de links sobre a maneira com que a HP envia produtos aos seus clientes utilizando demasiado papel, todos documentados pelo jornal Britânico The Register. Parece piada, ou aquelas sacanagens que a gurizada faz quando vai dar presente para os amigos, colocando uma caixa dentro da outra várias vezes, mas não é.
Eu moro na esquina de uma das maiores avenidas da cidade, então, mesmo daqui do quinto andar, o barulho dos carros, buzinas, sirenes e a poluição causada por eles já se tornou parte da minha vida diária, não que eu realmente goste disso.
O caso é, que daqui de cima a cidade parece crescer apenas na direção das garagens, isto é, eu não vejo mais casas, mais pessoas, mas sim mais carros. E olhando para dentro desses [...]
Esse é o vídeo da campanha da MTV que pretende denunciar as práticas de trabalho escravo infantil nos países asiáticos. O Radiohead contribuiu com a canção, e o Doutrina.org apoia qualquer iniciativa que pretenda por fim a essas práticas.
Domingo é dia de ir para a casa da sogra, comer feito um louco, dormir até a hora do jogo, experimentar uma touca verde muito da feia (que espero não ter que vestir no domingo que vem, Fernando ) e, finalmente, se aboletar no sofá vendo o Faustão com a turma toda.
Não que eu espere muito de uma instituição que aumenta seus lucros consideravelmente quando jogam menininhas pela janela, mas a ofensa foi praticamente pessoal.
Por algum motivo, todas as mulheres que desfilam por carros de de som aqui pelo centro de Porto Alegre, empunhando um microfone e berrando desafinadamente mensagens de protesto, ostentam um esterióptipo semelhante.
Os cabelos e a calça baggy permanecem as mesmas de 1991, a carência de feminilidade é visível. De alguma forma, todas parecem ser de uma mesma espécie.
Eu sei, é preconceito meu, mas não desafiaria um time composto por cantoras de MPB e mulheres sindicalista.