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	<title>Doutrina</title>
	
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	<description>Porque existe vida inteligente lá fora.</description>
	<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 21:44:04 +0000</pubDate>
	
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		<title>Wayne Coyne e a Banda Vaginal do Inferno</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 21:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franty</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/com02.jpg" alt="" />
Demorou mas ficou pronto. Quer dizer, ficou pronto em 2005, então podemos dizer que demorou, mas chegou o filme dirigido e estrelado por Wayne Coyne e seus colegas do The Flaming Lips, <a href="http://christmasonmarsmovie.com/">Christmas on Mars</a>.</p>
<p>Como muita gente, adoro cinema e música. Gosto especialmente quando o cinema retrata a música, como em filmes tais quais 24 Hour Party People, The Commitments ou Backbeat. Mas é quando a música resolve virar cinema que a coisa fica realmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/com02.jpg" alt="" /><br />
Demorou mas ficou pronto. Quer dizer, ficou pronto em 2005, então podemos dizer que demorou, mas chegou o filme dirigido e estrelado por Wayne Coyne e seus colegas do The Flaming Lips, <a href="http://christmasonmarsmovie.com/">Christmas on Mars</a>.</p>
<p>Como muita gente, adoro cinema e música. Gosto especialmente quando o cinema retrata a música, como em filmes tais quais 24 Hour Party People, The Commitments ou Backbeat. Mas é quando a música resolve virar cinema que a coisa fica realmente interessante.</p>
<p>Depois que os Beatles lançaram a moda com seus três filmes, a idéia sempre gerou resultados que vão do genial (The Wall) ao Bizarro (Head) e ao vomitante (sei lá qual é o nome daquele filme da Britney).</p>
<p><img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/com01.jpg" alt="" /></p>
<p>E o Flaming Lips é melhor do que ninguém para fazer uma maluquice dessas (se bem que eu sempre achei que os Beastie Boys devessem ter feito um filme extendendo a idéia do clipe de Sabotage). Christmas on Mars é como um disco: a trilha mostra a musicalidade de Steven Drozd (atuando no filme no auge da sua já superada adição à heroína) e as letras de Coyne, desta vez transformadas no roteiro e nos diálogos ao invéz de ser cantada.</p>
<p>O resultado é fabuloso. Demonstra influências de clássicos não muito conhecidos da ficção científica tais quais Dark Star (de John Carpenter), Ikarie XB1, Solaris, The Man Who Fell to Earth, bem como a desconhecida ficcão científica polonesa e soviética dos anos 60 e 70. Comparações com 2001 também não seriam descabidas, assim como com Eraserhead, o primeiro trabalho de David Lynch.</p>
<p>Com tudo isso fica claro que COM não é um filme para todos, já que pega pesado na psicodelia, filosofia &#8220;coynica&#8221; e no cinema &#8220;arte&#8221;. Isso não quer dizer que seja chato, pelo contrário, o filme não é exatamente para os fãs da banda, mas para os fãs do gênero (podendo alguém gostar do filme sem ter nunca ouvido Flaming Lips, ou ser fanático pela banda e dormir por uma hora e vinte).</p>
<p>Direto em dvd, ou melhor, direto em cd+dvd, Christmas on Mars já saiu lá fora e estará nas lojas daqui no próximo dia 25.</p>
<p>Ah, você deve estar se perguntando o porquê do título deste post. Eu bem que poderia falar, mas não quero estragar o momento mais bizarro do filme!</p>
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		<title>Vinteige fotografi</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 00:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franty</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/shorpydotcom.jpg" alt="" /></p>
<p><a href="http://shorpy.com/node/4639">Esses</a> e outros gurizinhos fumando, animais, cidades, duas guerras mundiais e muito mais em fotografias antigas você pode encontrar em um dos meus blogs favoritos, o <a href="http://shorpy.com/">shorpy.com</a> (onde dá até para comprar essas fotos impressas).</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/shorpydotcom.jpg" alt="" /></p>
<p><a href="http://shorpy.com/node/4639">Esses</a> e outros gurizinhos fumando, animais, cidades, duas guerras mundiais e muito mais em fotografias antigas você pode encontrar em um dos meus blogs favoritos, o <a href="http://shorpy.com/">shorpy.com</a> (onde dá até para comprar essas fotos impressas).</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Doutrina/~4/456594252" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Luz no fim do túnel</title>
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		<comments>http://www.doutrina.org/2008/11/16/luz-no-fim-do-tunel/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 18:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franty</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/bts.jpg" alt="" />
Saiu no <a href="http://www.guardian.co.uk/music/2008/nov/16/paul-mccartney-carnival-of-light">The Guardian</a>: Paul McCartney está pensando em lançar Carnival of Light.</p>
<p>Você provavelmente está se perguntando &#8220;e?&#8221;, mas eu explico. Carnival of Light foi gravada durante as sessões do Sgt Peppers e não foi lançada porque a banda achou que a música, uma jam psicodélica de 14 minutos era muito doida.</p>
<p>Lembrem que na época eles tomavam ácido como se fosse sucrilhos.</p>
<p>Enfim, para fãs dos Beatles, essa notícia é maior do que qualquer circo new [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/bts.jpg" alt="" /><br />
Saiu no <a href="http://www.guardian.co.uk/music/2008/nov/16/paul-mccartney-carnival-of-light">The Guardian</a>: Paul McCartney está pensando em lançar Carnival of Light.</p>
<p>Você provavelmente está se perguntando &#8220;e?&#8221;, mas eu explico. Carnival of Light foi gravada durante as sessões do Sgt Peppers e não foi lançada porque a banda achou que a música, uma jam psicodélica de 14 minutos era muito doida.</p>
<p>Lembrem que na época eles tomavam ácido como se fosse sucrilhos.</p>
<p>Enfim, para fãs dos Beatles, essa notícia é maior do que qualquer circo new age ou documentário baseado na banda que tenha sido lançado nos últimos anos. É a parte que faltava no Sgt Peppers!</p>
<p>Eu mesmo já tive até sonho com essa música, mesmo nunca tendo a ouvido. No sonho, COL tinha aparecido no The Pirate Bay e a polícia tinha prendido Paul McCartney como o principal suspeito (afinal de contas, ele tem a master).</p>
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		<title>É O Fim do Mundo Como Eu Conheço</title>
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		<comments>http://www.doutrina.org/2008/11/12/e-o-fim-do-mundo-como-eu-conheco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 15:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bueno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[R.E.M]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Meu amigo Andrio Mackenzie, (quase) jornalista, secretário de escola e vocalista dos Superguidis me enviou uma resenha sobre o show do R.E.M. que ocorreu semana passada. Seu relato é deveras interessante e menos rancoroso <a href="http://www.doutrina.org/2008/11/07/churrasco-de-costela-para-quem-nao-tem-dente/">que o meu</a>, mas ainda assim expõe muitas idéias parecidas com a minha em relação ao show. Segue abaixo a resenha:</p>
<p>“Tava pensando&#8230;que tipo de público vai ver o R.E.M. hoje? Acredito que sejam irmãos mais novos de yuppies, coisa assim.”
“Não, vão ser os próprios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Meu amigo Andrio Mackenzie, (quase) jornalista, secretário de escola e vocalista dos Superguidis me enviou uma resenha sobre o show do R.E.M. que ocorreu semana passada. Seu relato é deveras interessante e menos rancoroso <a href="http://www.doutrina.org/2008/11/07/churrasco-de-costela-para-quem-nao-tem-dente/">que o meu</a>, mas ainda assim expõe muitas idéias parecidas com a minha em relação ao show. Segue abaixo a resenha:</p>
<p><em>“Tava pensando&#8230;que tipo de público vai ver o R.E.M. hoje? Acredito que sejam irmãos mais novos de yuppies, coisa assim.”<br />
“Não, vão ser os próprios yuppies.”</em></p>
<p>O estacionamento do shopping Total transbordava de emos quando este diálogo pairava sobre os protagonistas, Thiago “Bolinha” Bueno e eu, acompanhados de nossas excelentíssimas e amigos no entardecer, mais umas quatro “skóis” que esquentavam na sacola. </p>
<p>Tratava-se, sim, de um ponto estratégico de encontro, rumo ao encerramento de uma das quintas-feiras mais interessantes por que eu me lembre ter passado: o show do R.E.M. Os reis da Geórgia, um dos mentores do que se costuma chamar de rock alternativo, a menina dos olhos de Barack Obama.</p>
<p>Percorremos a Cristóvão Colombo e tomamos o Lindóia. Busão, né meu? Porto Alegre de carro à tardinha é impossível. O único porém foi meu visível constrangimento ao empinar e/ou passar goles de cerveja no ônibus, sob os olhares questionadores de quem trabalhou até aquela hora (agora eu penso “bobagem, eu também me fodi o dia todo no trabalho. Esperto fui eu, me gelando, hehehe”).</p>
<p>Uma coisa que ouvi falar mas não acreditei, até o momento em que pude comprovar: tu não procura o estádio do Zequinha, ele brota na tua frente. Flop! Garboso, firme, arraigado no pâncreas da Zona Norte. A casa do “Clube Mais Simpático do Rio Grande do Sul”, entre becos silenciosos e floridos (ao menos ali para os lados do IAPI, de onde saímos), quem diria, virou palco para a estréia de uma banda membro do Rock ‘n’ Roll Hall of Fame, na capital gaúcha.</p>
<p>A fila era razoavelmente grande, porém rápida. Preciso registrar aqui meu engasgo de tiete, ao passar por mim o grande escritor e jornalista Eduardo Bueno, o Peninha. Fiquei meio sem ação, depois me criticando por não ter parado o cara pra tirar uma foto e tal&#8230;sou fã mesmo, fazer o quê?</p>
<p>Já no gramado, o tradicional sinal da cruz junto à linha lateral fez-se necessário. Realmente bateu uma emoção ao entrar no Zequinha, coisa que eu não senti quando fui ao Olímpico ver o Roger Waters em 2003. Algumas cervejas antes de entrar e já bateu a mijadeira. Tranqüilo, pois o interior do banheiro ecológico estava mais divertido e agradável do que o show de abertura do Nenhum de Nós, este fruto do rock gaúcho dos anos 1980-1990 que toca os mesmíssimos sons até hoje, como se fossem criogenizados.</p>
<p>Mas foi com a saída da banda do palco que, minutos depois, materializou-se a razão da presença de dezenas de milhares de pessoas naquele lugar. Eis que o trio de Athens entra pela linha de fundo do Zequinha, e tome “Accelerate”, o mais novo disco da banda. “Living Well Is The Best Revenge”, porrada que abre o disco, foi a primeira a ecoar na Zona Norte, seguida de outro petardo, “What’s The Frequency, Kenneth?” do barulhento “Monster” de 1994. Àquela altura eu já estava sem fôlego.</p>
<p>Houve um momento deveras emocionante, em que a banda fez uma roda de instrumentos acústicos e tocou “Let Me In”, canção feita por Stipe para Kurt Cobain, amizade meteórica abreviada pelo suicídio deste. Quem não deu muita bola foram os demais na platéia, que ficou de algazarra e conversê num dos trechos do espetáculo onde o silêncio se fazia mais do que imprescindível&#8230;uma pena. O público, aliás, era tão heterogêneo quanto indisciplinado: jovens e trintões-quarentões dividiam a atenção do show com a partida do Boca X Internacional pela Sul-Americana, e freqüentemente ouvia-se um entoar infernal de torcedores e secadores. Palhaçada é pouco.</p>
<p>A banda estava visivelmente feliz com o resultado das eleições em seu país. Durante o show, imagens de Barack Obama  misturadas a outras referências aleatórias – e não menos interessantes – refletiam nos telões dispostos atrás e nas laterais do palco. O recém-eleito Presidente dos EUA rendeu também dois mini-discursos de Stipe, no intervalo das músicas. Teve até quem levou um cartaz escrito “We Are Obama Too”&#8230;</p>
<p>Exageros à parte, o show foi comprido, até (contando com o bis, cerca de duas horas)&#8230;e foi um desfile de hits (os quais eu não me empolgo muito, como foi o caso do pula-pula e grita-grita em “Losing My Religion”), teve coisas antigas também, como três músicas do “Document” (que o seqüela aqui, obviamente, não vai se lembrar à exceção de “The One I Love”). Contudo, como disse acima, prevaleceram canções do ótimo “Accelerate”. O show seria impecável não fosse o som um pouco baixo, ao contrário da abertura do N.D.N. (assim ridiculamente grafado, na divulgação) que estava bem alto.</p>
<p>Ao final do concerto, houve até uma homenagem do baixista Mike Mills, com camiseta da seleção canarinho, bandeira do Brasil e tudo (se fosse a do Rio Grande aí sim, seria um delírio coletivo). Valeu muito. E como é bom (agora que sou porto-alegrense) se deslocar apenas um pouco para ver um show tão bacana! Igual emoção agora, só com a PJ Harvey.</p>
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		<title>Radiohead (quase) aqui</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 16:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franty</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[Coelho da páscoa]]></category>

		<category><![CDATA[Fada dos dentes]]></category>

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		<category><![CDATA[Papai Noel]]></category>

		<category><![CDATA[Radiohead no Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/CG11.jpg" alt="" /></p>
<p>Quem mora no RS e é fã do Radiohead provavelmente já está cansado de ver um certo colunista de uma certa contracapa de um certo jornal anunciar os shows no Brasil da banda de Thom Yorke umas 4 ou 5 vezes sem nunca isso realmente acontecer (o colunista é gente boa, mas não acerta uma no que se refere a shows, coitado).</p>
<p>Bem, meu nome não é Roger e eu estou dizendo, o Radiohead vai tocar no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/CG11.jpg" alt="" /></p>
<p>Quem mora no RS e é fã do Radiohead provavelmente já está cansado de ver um certo colunista de uma certa contracapa de um certo jornal anunciar os shows no Brasil da banda de Thom Yorke umas 4 ou 5 vezes sem nunca isso realmente acontecer (o colunista é gente boa, mas não acerta uma no que se refere a shows, coitado).</p>
<p>Bem, meu nome não é Roger e eu estou dizendo, o Radiohead vai tocar no Brasil entre março e abril do ano que vem. Como eu sei disso? Bem, além de que a informação já está sendo confirmada em diversos forums (o que não é muita coisa, admito), o show da cidade de Santiago (Chile) já está confirmadíssimo e consta na página oficial da banda, o que significa que a turnê pela américa latina finalmente está sendo preparada.</p>
<p>É hora de começar a economizar.</p>
<p>UPDATE: Ao que tudo indica, as datas só serão confirmadas em Dezembro. Até lá dá tempo para que este post não fique mais na página inicial e a gente não venha a passar vergonha caso isso tudo não aconteça.</p>
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		<title>Churrasco de Costela Para Quem Não tem Dente</title>
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		<comments>http://www.doutrina.org/2008/11/07/churrasco-de-costela-para-quem-nao-tem-dente/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 20:13:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bueno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[R.E.M]]></category>

		<category><![CDATA[Shows]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> “É o fim do mundo como nós o conhecemos&#8230;” cantava Michael Stipe, dois dias após seu país de origem ter eleito um novo presidente. Cerca de 3 ou 4 placas saudavam o grupo da Georgia pelas eleições com cartazes de apoio a Obama – não por sermos politizados, longe disso, mas pela posição pública de afronta ao governo Bush defendida pela banda.</p>
<p>Mas antes disso, a produção do show nos brindou com a martelada no saco chamada Nenhum de Nós. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> “É o fim do mundo como nós o conhecemos&#8230;” cantava Michael Stipe, dois dias após seu país de origem ter eleito um novo presidente. Cerca de 3 ou 4 placas saudavam o grupo da Georgia pelas eleições com cartazes de apoio a Obama – não por sermos politizados, longe disso, mas pela posição pública de afronta ao governo Bush defendida pela banda.</p>
<p>Mas antes disso, a produção do show nos brindou com a martelada no saco chamada Nenhum de Nós. Uma banda que em 2008 toca apenas músicas compostas antes do anos 90, escancarando a sua mediocridade a cada acorde. Fossem cariocas, seriam o Biquini Cavadão. Aqui, eles são representantes do auge que uma banda gaúcha pode chegar através de panelas e amizades com os formadores de opinião local.</p>
<p>Por volta das 21:15, Mike Mills, Peter Buck e Michael Stipe iniciavam o show com Living Well is The Best Revenge, rockão que abre o último disco da banda. Um festival de hits se seguiu, intercalados com pequenas mensagens políticas para um público que se dividia entre os que não entendiam o que Stipe falava e os que usavam fones de ouvidos para acompanhar Inter x Boca Juniors (!).</p>
<p>Mas a noite ficou marcada pelo espetáculo de uma banda madura, tocando um <strong>set de qualidade impressionante</strong> - com cerca da metade das músicas desconhecidas para 95% do público -, e pelo abismo que nos separa no quesito envolvimento político.Lá pelo meio do show, Stipe saudou a presença do pessoal da Anistia Internacional e sugeriu algo que eu não consegui ouvir: seu discurso era abafado por um coro de VAMO VAMO INTER. Naquele momento os dois lados do espetáculo explicitavam o que mais importava em suas vidas.</p>
<p>Minutos depois quando gritos de AH, EU SOU GAÚCHO começaram eu percebi que o público na sua casa dos trintas é exatamente igual aos adolescentes que entoam os mesmos gritos nos Planetas Atlântidas da vida.</p>
<p>Porto Alegre definitivamente não merece um show do quilate do R.E.M. Sad but true.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DTnYgHUSaJ0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/DTnYgHUSaJ0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>Malcik Chodet v Tambov</title>
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		<comments>http://www.doutrina.org/2008/11/05/malcik-chodet-v-tambov/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 00:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bueno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bizarrices]]></category>

		<category><![CDATA[Drogas]]></category>

		<category><![CDATA[Soviéticos]]></category>

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		<category><![CDATA[Familia Adams]]></category>

		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gIdMsu-YgJA&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gIdMsu-YgJA&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Mamãe do céu!</p>
<p>Quase tive uma câimbra no duodeno ao ver esse vídeo <a href="http://qualquer.org/bugio/">no blog do Cardoso</a>.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gIdMsu-YgJA&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gIdMsu-YgJA&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Mamãe do céu!</p>
<p>Quase tive uma câimbra no duodeno ao ver esse vídeo <a href="http://qualquer.org/bugio/">no blog do Cardoso</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Doutrina/~4/443824358" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Um novo dia</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 09:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franty</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[Obama '08]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/obama-1.jpg" alt="" /></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://i237.photobucket.com/albums/ff206/fty77/obama-1.jpg" alt="" /></p>
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		<title>31 Canções Doutrina Especial - Obama Edition</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 17:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franty</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[Arrested Development]]></category>

		<category><![CDATA[De La Soul]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Amanhã os americanos vão as urnas escolher o seu novo presidente e não é por poucas razões que o mundo todo está com a atenção voltada para lá (ok, eu também estou com a minha atenção voltada a nova rodada da UEFA Champions league amanhã e depois).</p>
<p>O motivo de tudo isso tem nome: Barack Obama. O <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/evolucao_media.shtml">provável vencedor</a> da disputa eleitoral pode também se tornar o primeiro presidente negro da maior potência militar, econômica e cultural do planeta.</p>
<p>Sim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Amanhã os americanos vão as urnas escolher o seu novo presidente e não é por poucas razões que o mundo todo está com a atenção voltada para lá (ok, eu também estou com a minha atenção voltada a nova rodada da UEFA Champions league amanhã e depois).</p>
<p>O motivo de tudo isso tem nome: Barack Obama. O <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/eleicoesnoseua/evolucao_media.shtml">provável vencedor</a> da disputa eleitoral pode também se tornar o primeiro presidente negro da maior potência militar, econômica e cultural do planeta.</p>
<p>Sim, o maior produto de exportação da era Bush pode realmente ter sido armas e munição, mas a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=38173Xi4TZc">música americana</a> (junto com o cinema) teve um impacto na cultura pop mundial (outra invenção americana) muito mais significativo e, sem dúvida, positivo, do que qualquer das guerras sem sentido travadas por aquele país (esperamos que continue assim).</p>
<p>E o que seria dessa música sem a cultura africana? Afinal de contas, o Jazz e o Blues são criação dos negros americanos. O Rock nasceu disso. Até se você pensar na maior banda de rock de todos os tempos, os Beatles, vai chegar aos afro-americanos, já que sem eles Paul McCartney e seus amigos nunca teriam se tornado fãs de um sujeito chamado Elvis.</p>
<p>Ok, vamos nos adiantar algumas décadas (senão este post vai virar um livro) e chegar aos anos 80 e 90 para falar de hip hop. Como toda a expressão cultural, esta também acabou sendo engolida e reprocessada pela indústria e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/50_cent">o que se vê</a> nem sempre pode ser considerado de valor artístico pertinente.</p>
<p>Grande parte da minha adolescência foi a respeito de descobrir novos e bons sons. O pop inglês, o punk rock e, é claro, o hip hop, cuja produção na época era (ao meu ver) de bem melhor gosto. Certo, não vou mais ficar despejando o discurso de &#8220;não era como antigamente&#8221;, eu sei que existem bons artistas de hip hop nos dias de hoje, como Kanye West, MF Doom e do genial Mos Def, mas eu queria é falar de algo mais old-school.</p>
<p>Dois dos grupos que eu descobri foram o De La Soul e o A Tribe Called Quest. Na época, o gangsta rap já dava suas caras, e a maioria dos grupos e rappers vendiam uma imagem &#8220;barra pesada&#8221; falando de mulheres, drogas e armas.</p>
<p>Esses dois grupos me chamaram a atenção porque eram exatamente o contrário disso. Eles eram caras normais, vestidos com roupas normais (bem, aquilo era normal no final dos anos 80!) e cantavam sobre a vida de pessoas normais.</p>
<p>Acredite: a maioria das pessoas não são traficantes, nem nunca pegaram numa arma em toda a sua vida.</p>
<p>Esses dois grupos faziam parte de um coletivo de hip hop chamado Native Tongue Posse. Eles eram conhecidos por suas letras afrocêntricas e sua atitude positiva (pense em &#8220;negativo&#8221; no sentido de violento). O NTP foi responsável por diversas colaborações entre diversos artistas, mas a minha favorita foi uma canção do De La Soul (com a participação do Q-Tip, rapper do A Tribe Called Quest) lançada em 1991</p>
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<div style="margin:0; text-align:center; width:320px;font-family:Arial,sans-serif;font-size:10px;"><a style="color:#000000;" href="http://www.mtv.com/music/artist/de_la_soul/artist.jhtml">De La Soul</a> |<a style="color:#000000;" href="http://www.mtvmusic.com/">MTV Music</a></div>
<p>A Roller Skating Jam Named &#8220;Saturdays&#8221; é tudo de bom. A base é extremamente dançante (com uma levada disco genial), a letra é um tranquilo relato de pessoas se divertindo em parques e em pistas de patinação e o videoclipe é um dos poucos da época que não parecem totalmente datados hoje em dia. Em resumo, é uma ótima canção, que me mostrou o lado bom do rap.</p>
<p>Mas já que falamos de política, vale também lembrar o Arrested Development. Seu disco de 1992 (3 Years, 5 Months &amp; 2 Days in the Life Of&#8230;) ainda é um dos melhores albums do gênero até hoje, tudo isso por conta de três singles de altíssima qualidade: Mr. Wendal, Tennessee e Revolution (essa última da trilha sonora do Malcolm X).</p>
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<div style="margin:0; text-align:center; width:320px;font-family:Arial,sans-serif;font-size:10px;"><a style="color:#000000;" href="http://www.mtv.com/music/artist/arrested_development/artist.jhtml">Arrested Development</a> |<a style="color:#000000;" href="http://www.mtvmusic.com/">MTV Music</a></div>
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<div style="margin:0; text-align:center; width:320px;font-family:Arial,sans-serif;font-size:10px;"><a style="color:#000000;" href="http://www.mtv.com/music/artist/arrested_development/artist.jhtml">Arrested Development</a> |<a style="color:#000000;" href="http://www.mtvmusic.com/">MTV Music</a></div>
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<div style="margin:0; text-align:center; width:320px;font-family:Arial,sans-serif;font-size:10px;"><a style="color:#000000;" href="http://www.mtv.com/music/artist/arrested_development/artist.jhtml">Arrested Development</a> |<a style="color:#000000;" href="http://www.mtvmusic.com/">MTV Music</a></div>
<p>O Arrested Development foi uma evolução do estilo do NTP, com temas muito mais politizados, letras praticamente cantadas (O rapper Speech é claramente influenciado pelo ragga) e uma temática calgada em idéias de mudança.</p>
<p>Será que veremos mudança caso Obama se eleja? Creio que se pensarmos em &#8220;mudança&#8221; e não exatamente em &#8220;salvação&#8221;, temos maiores chances de não nos decepcionarmos. Eu não posso votar nos Estados Unidos, mas acho que meu apoio ao primeiro negro a chegar a um dos postos políticos mais  importantes do planeta pode contribuir, pelo menos um pouquinho, para um mundo mais igual e justo.</p>
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		<title>O Vasa</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 13:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>Meu post de hoje é parte <a href="http://mags.acm.org/communications/200809/?pg=27">anedota</a>, parte conselho de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_de_software">Engenharia de Software</a>, já que imagino que o nosso &#8220;leitorado&#8221; deve conter várias pessoas de computação. A história é sobre um navio sueco chamado de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vasa_(ship)">Vasa, </a>que afundou há 330 anos. Conta a história que durante a construção do navio, com os projetos já prontos, e a maior parte casco já construída, o rei Gustavus Adolphus decidiu que não era suficiente apenas um convés de armas, mas dois. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu post de hoje é parte <a href="http://mags.acm.org/communications/200809/?pg=27">anedota</a>, parte conselho de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_de_software">Engenharia de Software</a>, já que imagino que o nosso &#8220;leitorado&#8221; deve conter várias pessoas de computação. A história é sobre um navio sueco chamado de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vasa_(ship)">Vasa, </a>que afundou há 330 anos. Conta a história que durante a construção do navio, com os projetos já prontos, e a maior parte casco já construída, o rei Gustavus Adolphus decidiu que não era suficiente apenas um convés de armas, mas dois. Na época, a Suécia ainda não era conhecida como a terra do <a href="http://www.gunthernet.com/">sexo livre</a> e dos carros seguros, e como ninguém teve coragem de dizer para o rei que ele era um idiota em termos de construção naval, fizeram as modificações no navio. Resultado, a viagem inaugural durou 20 minutos, e com o primeiro vento mais forte o navio virou e começou a entra água, afundando em 7 minutos. Pelo menos, graças a baía de Estocolmo, o navio se preservou quase que intacto, inclusive com grandes partes das velas do navio sobrevivendo até hoje. Abaixo uma <a href="http://picasaweb.google.com/felipe.rech/Stockholm#5261963796857808914">foto do dito</a>.</p>
<p style="center;"><img class="aligncenter" src="http://lh4.ggpht.com/_uJQVQs4X4OA/SQZAMbSs6BI/AAAAAAAAE-c/PjkhUym1KfA/s400/P1020464.JPG" alt="" /></p>
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